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⚜️ Pedri Federal do Rio Grande 2228@FelipePedri · Sep 26, 2026

48 PROVAS DE INTERFERÊNCIA AMERICANA CONTRA BOLSONARO NAS ELEIÇÕES DE 2022 E 2026 Tudo o que a esquerda diz sobre a…

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Summary

A thread alega 48 provas de interferência americana coordenada contra Bolsonaro nas eleições de 2022 e 2026, incluindo pressões diplomáticas, ameaças de sanções e financiamento de ONGs por agências americanas como USAID para deslegitimar o sistema eleitoral brasileiro e promover uma narrativa de golpe.

Summarized by ThreadOut AI from the full thread. May miss nuance — read the thread below.

  1. #1

    48 PROVAS DE INTERFERÊNCIA AMERICANA CONTRA BOLSONARO NAS ELEIÇÕES DE 2022 E 2026 Tudo o que a esquerda diz sobre a interferência dos EUA no Brasil está prestes a cair por terra. Enquanto trabalhei na CREDN junto ao deputado Filipe Barros, investigamos e reunimos 48 provas, envolvendo valores milionários e figuras de peso, de que foi a própria esquerda que articulou e se beneficiou com uma interferência para tirar Bolsonaro do poder e das eleições! A engrenagem deste golpe, apelidado de Operação Tio Joe, funcionou em duas frentes: 1️⃣ Política: pressão direta e ameaças. 2️⃣ Financeira: verbas milionárias maquiadas como "filantropia" para desequilibrar o jogo eleitoral. Vamos primeiro abrir a caixa-preta do pilar político. Siga o fio! 🧵⬇️

  2. #2

    PROVA 1: PROMESSA DE VINGANÇA Origem da tensão: 2020. Ao questionar a lisura do pleito americano marcado por suspeitas de irregularidades, Bolsonaro contrariou a agenda do Partido Democrata, dando início às retaliações. 01/01/2021: ex-embaixador americano Thomas Shannon, democrata, escreveu abertamente que as declarações de Bolsonaro “não seriam perdoadas nem esquecidas”. Mas afinal, quem é Thomas Shannon? 📍 Diálogo Interamericano: Co-presidente da organização, receptora de milhões de dólares da USAID. 📍 Brazil Institute, do Wilson Center: Co-presidente da instituição, financiada pelo Departamento de Estado dos EUA e pela USAID.

  3. #3

    PROVA 2: A CIA ENTRA EM CENA! 01/07/2021: o próprio diretor da CIA, William Burns, desembarcou no Brasil para uma reunião a portas fechadas com Bolsonaro e seus principais assessores. O recado foi em tom de enquadro: o governo brasileiro não deveria contestar as decisões do TSE!

  4. #4

    PROVA 3: INFLUENCIADOR DE GOVERNOS ESTRANGEIROS MANIPULA BRASIL A defesa do voto impresso, feita por Jair Bolsonaro e boa parte da população brasileira, virou o pretexto dos EUA para criar uma narrativa de golpe no Brasil. 04/08/2021: entrou em cena o senador democrata Robert Menendez, chefe do Comitê de Relações Exteriores dos EUA. Sem qualquer prova, ele acusou Bolsonaro de minar o sistema eleitoral, e blindou de antemão as futuras decisões do TSE. Esse mesmo Menendez acabou sendo condenado a 11 anos de cadeia por receber propina para influenciar governos estrangeiros. Quem diria, hein?

  5. #5

    PROVA 4: CAPANGA DO CORRUPTO EXPANDE NARRATIVA 06/08/2021: Durante as votações da PEC do voto impresso, Jake Sullivan (assessor de Biden) veio ao Brasil enquadrar o governo contra essa melhoria, e atendendo a um pedido do manipulador Menendez. Na ocasião, Sullivan mentiu que as cobranças de Bolsonaro, que atendiam a uma demanda popular, eram uma ameaça à democracia. Ao lado dele, estavam Juan González e Ricardo Zúñiga, também membros do governo americano e que reaparecerão nesta história. 10/08/2021: Menos de uma semana depois, ficamos sabendo que o ministro Barroso, presidente do TSE, era o articulador da derrubada da PEC do voto impresso. 02/02/2022: Zúñiga e Thomas Shannon (o mesmo que prometeu "vingança") reuniram-se com Barroso. A pauta desses encontros foi mantida sob sigilo absoluto. Mas podemos ter uma suspeita. Afinal, o próprio Barroso veio a admitir que, na sua época de ministro do TSE, pedia com frequência a Douglas Koneff (Embaixada dos EUA) para emitir declarações públicas contra mudanças no modelo eleitoral. Portanto, Barroso estava não apenas sincronizado com os democratas americanos, mas também alinhado e articulado.

  6. #6

    PROVA 5: MAIS UMA ESPECIALISTA EM INTERFERÊNCIA ENTRA EM CENA 25/04/2022: Foi a vez de Victoria Nuland (Governo Biden) atuar para manter a o processo eleitoral brasileiro sem o voto impresso auditável. Ela já foi acusada de interferir no governo ucraniano. Por que será que os democratas americanos estavam tão interessados em paralisar uma demanda popular brasileira, se nos EUA não há um sistema de contagem secreta, como eles defenderam isso para o Brasil?

  7. #7

    PROVA 6: AMEAÇA EXPLÍCITA 30/04/2022: Apenas cinco dias depois, Scott Hamilton (ex-diplomata americano) publicou um artigo com três objetivos: 1️⃣ Blindar o sistema da urna eletrônica contra qualquer mudança. 2️⃣ Acusar Bolsonaro de "sabotar o processo democrático". 3️⃣ Pregar sanções internacionais contra o Brasil caso o voto impresso avançasse. Parecia apenas a opinião de um aposentado, não é? Não é bem assim… 🚨 05/05/2022: a revista Veja revelou que diplomatas americanos entregaram cópias desse artigo a executivos de multinacionais no Brasil. A sinalização foi clara: a ameaça de sanções econômicas tinha o carimbo do Governo Biden!

  8. #8

    PROVA 7: A PARCERIA COM O TSE CONTINUA? 31/05/2022: Edson Fachin, agora presidente do TSE, reuniu 70 embaixadores e replicou o discurso dos democratas americanos contra o voto impresso, fazendo várias acusações indiretas contra Jair Bolsonaro. ️01/06/22: No dia seguinte, Juan González (assessor de Biden, já citado) fez uma declaração pública defendendo manter nosso sistema de votação tal como estava.

  9. #9

    PROVA 8: AMEAÇA MILITAR AMERICANA 05/07/2022: Deputados democratas apresentaram uma proposta: cortar verbas e cooperação com as Forças Armadas brasileiras caso estas apontassem problemas no TSE. A proposta caducou, mas a chantagem cumpriu seu papel.

  10. #10

    PROVA 9: O CONFRONTAMENTO DA EMBAIXADA 18/07/2022: Para se defender da narrativa de Fachin diante dos embaixadores, Jair Bolsonaro também convocou o corpo diplomático e mostrou seu ponto de vista. 19/07/2022: A resposta da Embaixada dos EUA veio no dia seguinte, atendendo exatamente aos apelos do ministro Barroso dos quais já falamos. Em nota oficial, ela defendeu o modelo da urna eletrônica, descartando as melhorias que Bolsonaro pedia. Essa reunião de Bolsonaro com os embaixadores virou pretexto para ele ser retirado das eleições atuais. Mesmo que a representação do País diante de embaixadores seja função do Executivo, não da Justiça Eleitoral, a reunião foi considerada um "abuso de poder".

  11. #11

    PROVA 10: INTERFERÊNCIA DO PORTA-VOZ DE BIDEN 20/07/2022: Mais um dia se passou, e a orquestração ficou evidente: Ned Price, porta-voz de Biden, usou a coletiva do Departamento de Estado para repetir exatamente a mesma cartilha em defesa das urnas eletrônicas sem o voto impresso.

  12. #12

    PROVA 11: UMA CONFISSÃO DE BARROSO O próprio ministro Barroso confessou depois que essa declaração foi articulada via Douglas Koneff (Embaixada dos EUA). Barroso chegou a chamá-la de "apoio decisivo" por conta da ameaça de sanções americanas contra as nossas Forças Armadas. 🚨 Entenderam a gravidade? O presidente do TSE recorreu a uma potência estrangeira para empurrar sanções contra os militares do seu próprio país e contra melhorias na transparência eleitoral! Isso não é um atentado gravíssimo à Segurança Nacional?

  13. #13

    PROVA 12: O ELO ENTRE PROMESSA E REALIZAÇÃO 23/07/2022: Thomas Shannon — aquele do início da história — reapareceu em uma entrevista ao jornal O Globo. Agora disparou acusações de que Bolsonaro preparava um golpe contra a democracia e chancelou antecipadamente qualquer decisão adotada pelo TSE. Seu reaparecimento confirma que aquela vingança prometida se realizou na narrativa de golpe!

  14. #14

    PROVA 13: TUDO FOI PLANEJADO! 24 a 29/07/2022: Uma comitiva de 19 ONGs brasileiras foi recebida a portas fechadas no Departamento de Estado de Biden, além de cumprir agenda com 7 parlamentares democratas, OEA, Atlantic Council, Wilson Center e USAID. Nem os próprios integrantes da comitiva sabiam com quem falariam até o minuto da reunião — o que mostra que quem estava no comando não era eles! O plano admitido nos bastidores era trágico: instigar a comunidade internacional a "vociferar ameaças e sanções" contra o próprio Brasil sob a narrativa de um golpe bolsonarista.

  15. #15

    PROVA 14: FISCAL ELEITORAL FINANCIADA A DÓLARES Então quem estava por trás dessa comitiva? A ONG americana Washington Brazil Office (WBO), comandada por Paulo Abrão, ex-secretário-executivo da CIDH/OEA. A OEA, vinculada a Abrão, recebeu mais de 30 milhões de dólares da USAID entre 2019 e 2022 — e foi justamente escalada como observadora das eleições brasileiras de 2022! Mas vamos falar depois desse braço financeiro da Operação Tio Joe.

  16. #16

    PROVA 15: INTERFERÊNCIA DA DEFESA AMERICANA 26/07/2022: Enquanto a comitiva de ONGs cumpria agenda em Washington, o próprio Secretário de Defesa dos EUA veio a público alimentar a tese de um suposto golpe militar no Brasil. Uma peça-chave para chancelar a retórica de sanções contra o nosso país.

  17. #17

    PROVA 16: INTERVENÇÃO NO PERÍODO ELEITORAL 21/09/2022, a poucos dias do primeiro turno, Douglas Koneff (o chefe da Embaixada dos EUA) reuniu-se diretamente com Lula. No encontro, voltou a discursar contra qualquer proposta de melhoria no sistema eleitoral brasileiro.

  18. #18

    PROVA 17: AMEAÇA OFICIAL 28/09/2022: nas vésperas do primeiro turno brasileiro, o Senado dos EUA aprovou uma resolução oficial sobre nossas eleições, com coautoria do democrata Tim Kaine. O texto declarava "confiança no sistema eleitoral" e ameaçava "reconsiderar a relação" com nosso país em caso de movimentos contestatórios, vistos como antidemocráticos.

  19. #19

    PROVA 18: O ULTIMATO DE WASHINGTON 30/09/2022: A dois dias do primeiro turno, o próprio Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, veio a público defender o processo eleitoral brasileiro do jeito que estava, previamente constrangendo e inviabilizando eventuais questionamentos por parte de cidadãos brasileiros.

  20. #20

    PROVA 19: A CEREJA DO BOLO Os questionamentos populares às arbitrariedades do processo de 2022 escalaram até os protestos de 8 de janeiro de 2023. Logo após os acontecimentos, Antony Blinken (Secretário de Estado de Biden) foi a público enquadrá-los como um "ataque às instituições democráticas", legitimando toda a operação.

  21. #21

    PROVA 20: OS AMERICANOS ADMITIRAM QUE TUDO ERA UMA OPERAÇÃO Pensar que todas essas coisas foram "ações isoladas" de alguns democratas é ignorar a própria confissão do governo americano. O Financial Times entrevistou funcionários do governo Biden que confessaram abertamente a interferência como um ato de estado. A revelação foi avassaladora: 1️⃣ Ação conjunta: Foi “uma campanha coordenada, mas não publicizada” unindo Forças Armadas, CIA, Departamento de Estado, Pentágono e Casa Branca. 2️⃣ Estratégia: Michael McKinley (ex-embaixador dos EUA no Brasil) admitiu: “Foi quase um ano inteiro de estratégia colocada em prática com um objetivo muito específico em vista.” Uma confissão explícita! Os democratas americanos armaram um plano silencioso contra a nossa soberania enquanto nos proibiam de questionar a integridade de nossas próprias instituições.

  22. #22

    O OUTRO BRAÇO DE ATUAÇÃO: O RAMO FINANCEIRO! Enquanto vendiam a imagem de um sistema impecável no Brasil, os EUA injetavam silenciosamente milhões de dólares para interferir nas eleições brasileiras. A lei brasileira proíbe qualquer financiamento estrangeiro em eleições. A solução para burlar as regras? Usar a USAID como fonte e ONGs militantes como receptoras. PROVA 21: AUMENTO DE VERBAS Os repasses americanos mais que dobraram assim que Bolsonaro assumiu em 2018 sem qualquer crise que justificasse o aumento, justamente para financiar a operação.

  23. #23

    PROVA 22: O MAIOR ESCÂNDALO DA HISTÓRIA Donald Trump denunciou a interferência da USAID pelo mundo, com produção de conteúdos falsos e promoção de interesses do Partido Democrata, classificando o caso como "o maior escândalo de todos" e encerrando as atividades da agência. A desproporção financeira dessa intervenção é chocante: ▪️ Campanha de Bolsonaro (2022): R$ 89 milhões ▪️ Campanha de Lula (2022): R$ 131,3 milhões ▪️ Repasses dos EUA para institutos que atuaram junto ao TSE na gestão de Bolsonaro: +R$ 5 BILHÕES (mais de 55 vezes a campanha inteira de Bolsonaro!) Essa fortuna irrigou o Complexo Industrial da Censura. O resultado? Hoje, 6 em cada 10 brasileiros têm medo de sofrer punições apenas por dizer ou escrever o que pensam. Entenda como essa engrenagem foi montada 🧵👇

  24. #24

    O DEEP STATE   Ao longo de décadas, o Partido Democrata aparelhou estruturas do governo americano para instrumentalizar órgãos oficiais e financiar projetos políticos no exterior. As principais engrenagens dessa rede: ▪️ USAID & NSF: Criadas para auxílio externo e ciência, mas convertidas em dutos de verbas políticas. ▪️ NED (National Endowment for Democracy): Projetado para assumir operações e repasses que antes pertenciam à CIA. O próprio presidente fundador do NED, Carl Gershman, admitiu ao New York Times que a entidade nasceu porque o financiamento direto da CIA gerava forte rejeição. Criaram o NED para fazer a mesma coisa, só que com nova rotulagem. E Allen Weinstein, co-fundador, confirmou tudo.

  25. #25

    A ENGRENAGEM DA INTERFERÊNCIA Com agências operando como fachadas para ações de inteligência, os democratas direcionaram verbas americanas para montar uma engrenagem completa no Brasil: 📌 Financiamento: Suporte a ONGs alinhadas, incluindo as da comitiva levada a Washington. 📌 Mídia: Capacitação de jornalistas militantes e influenciadores para padronizar a narrativa. 📌 Manipulação: Criação de notícias falsas e de falsas checagens. 📌 Aparelhamento teórico: Elaboração de relatórios, embasamento teórico e falsas denúncias contra Bolsonaro e em favor de Lula. 📌 Ação no Judiciário: Treinamentos e capacitações no setor judicial. Tudo isso serviu de munição para embasar decisões judiciais no Brasil — envelopados sob os rótulos de "ajuda humanitária", "checagem independente" e "defesa da democracia". Conheça agora os grupos americanos que interferiram no Brasil! Próximo Tweet.

  26. #26

    PROVA 23: DFR LAB E O EMBASAMENTO PARA PERSEGUIÇÃO O Digital Forensic Research Lab/Atlantic Council serviu como base teórica para fundamentar narrativas em CPMIs, perseguindo o chamado "Gabinete do Ódio" e os atos de 8 de janeiro.

  27. #27

    PROVA 24: DFR LAB E A CENSURA EM MASSA 📌 Censura: derrubou redes e perfis alinhados a Bolsonaro com alcance superior a 900 mil pessoas. 📌 Financiamento: teve contratos de mais de US$ 4 milhões do governo americano entre 2019 e 2022. 📌 Serviço de inteligência: durante o pleito de 2022, a instituição ostentava nada menos que SETE ex-diretores da CIA em sua direção.

  28. #28

    PROVA 25: DFR LAB EM ELEIÇÕES 📌 A parceria oficial: O DFR Lab atuou diretamente como parceiro oficial do TSE no Programa de Enfrentamento à Desinformação durante o Governo Bolsonaro.

  29. #29

    PROVA 26: CEPPS GUIANDO AS ELEIÇÕES BRASILEIRAS Conheça o CEPPS: o consórcio por trás do guia de desinformação do TSE! ▪️ Orçamento: teve contratos de mais de US$ 900 MILHÕES da USAID entre 2019 e 2022. ▪️ Manual de regras: Criou o "Guia de Combate à Desinformação", adotado como referência teórica pela Justiça Eleitoral brasileira. ▪️ Rede conectada: O guia recomendava o uso da Agência Lupa — que também recebia verba vinda dos EUA! ▪️ O lançamento do guia: Evento oficial com representantes do TSE lado a lado com gente da USAID, IRI, NDI, IFES e Internews — todos financiados pelo Governo Americano!

  30. #30

    PROVA 27: CEPPS DÁ AS DIRETRIZES O CEPPS e o TSE também realizaram um evento em parceria no qual o grupo americano deu as diretrizes sobre o “combate à desinformação” — o que, na prática, funcionou como censura a brasileiros. E o fato mais suspeito: logo após as denúncias de intervenção internacional estourarem, o site e todo o acervo do projeto foram apagados da internet. Algo a esconder? O consórcio é constituído por três entidades principais: NDI, IRI e IFES. Que também estão envolvidos na Operação Tio Joe, como você verá agora.

  31. #31

    PROVA 28: INSTITUTOS AMERICANOS GUIANDO AS ELEIÇÕES BRASILEIRAS 📌 NDI (National Democratic Institute): Mais de US$ 112 milhões da USAID durante a gestão de Bolsonaro. Virou referência doutrinária oficial para o TSE. 📌 IRI (International Republican Institute): Mais de US$ 31 milhões da USAID no mesmo período. Também virou referência.