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Allan Dos Santos@allanconta5 · Nov 22, 2025

🧵 THREAD — A farsa da tornozeleira, a cronologia real e a prisão já decidida 1 - URGENTE: A nova narrativa da…

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Summary

Uma thread argumenta que a prisão preventiva de Bolsonaro em novembro de 2024 foi decidida antes do alegado incidente da tornozeleira, e questiona a narrativa da mídia sobre uma suposta tentativa de danificar o equipamento, alegando que o documento oficial de Moraes não descreve os detalhes técnicos que a imprensa relata.

Summarized by ThreadOut AI from the full thread. May miss nuance — read the thread below.

  1. #1

    🧵 THREAD — A farsa da tornozeleira, a cronologia real e a prisão já decidida 1 - URGENTE: A nova narrativa da imprensa sobre a tornozeleira de Bolsonaro não bate com o documento oficial da decisão de Moraes. E a cronologia REAL desmonta completamente a história de “solda”, “carcaça arrancada” e “violação grave”. Vamos aos fatos. (Com provas)

  2. #2

    2 -📌 O documento oficial PET 14.129/DF — assinado por Moraes — diz apenas: “violação do equipamento às 0h08min”. E NADA MAIS. Nenhuma descrição técnica. Nenhum relatório. Nenhuma perícia. Nenhum dano. Mas a velha imprensa agora fala em: - solda, - carcaça arrancada, - violação grave. Isso NÃO existe no processo. Zero.

  3. #3

    3 -📌 A cronologia REAL é fatal: ✔ 21/11 – A PF pede a prisão preventiva. ✔ 21/11 – A PGR concorda. ✔ A prisão já estava encaminhada. Só depois: ⏱ 00h08 de 22/11 – surge o alerta da tornozeleira. Ou seja: A suposta violação NÃO foi a causa da prisão. Foi colada DEPOIS.

  4. #4

    4 - 📌 A mídia fala: “tentativa de arrancar a tornozeleira com solda”. Mas isso é tecnicamente impossível: tornozeleira é polímero + fibra solda não funciona em plástico nenhum caso confirmado na história Moraes NÃO citou isso PF NÃO citou isso PGR NÃO citou isso É invenção pós-decisão.

  5. #5

    5 -📌 Se fosse verdade que: houve solda, houve carcaça arrancada, houve dano grave, houve perícia, houve troca do equipamento… ENTÃO Moraes teria sido OBRIGADO a colocar isso no despacho. Mas não colocou. Logo: Ou não ocorreu. Ou está sendo inventado agora.

  6. #6

    6 -📌 Moraes escreve: “a informação constata a intenção de romper a tornozeleira.” Perceba: ❌ não diz que foi rompida ❌ não diz que houve dano ❌ não diz que houve tentativa ❌ não diz que houve solda ❌ não descreve mecanismo ❌ não descreve perícia É pura interpretação política.

  7. #7

    7 -📌 A mídia também repete o argumento risível: proximidade de 13 km da embaixada = risco de fuga Nenhum país sério aceita prisão preventiva baseada em… geografia. Isso virou piada internacional.

  8. #8

    8 -📌 Outro ponto: Moraes usa conduta de TERCEIROS para prender Bolsonaro. Ele cita: Ramagem ter viajado, Zambelli ter viajado, Eduardo Bolsonaro estar fora do país. Isso não é prova. Isso é narrativa por associação. Ilegal em qualquer sistema acusatório.

  9. #9

    9 -📌 Moraes ainda ressuscita um plano militar antigo (RAFE-LAFE) de investigações passadas — como se fosse risco atual. A PF NÃO usou isso no pedido de prisão. A PGR NÃO usou isso. Ninguém citou isso como fato novo. Foi Moraes quem inventou como “atual”.

  10. #10

    10 -📌 A prisão preventiva exige: fato novo risco real urgência concreta impossibilidade de medida alternativa O que Moraes apresentou: hipótese narrativa geografia suposição intenções imaginadas reciclagem de elementos antigos e uma tornozeleira que nem periciada foi Isso NÃO é Direito. É ficção.

  11. #11

    11 -📌 Conclusão A decisão já estava pronta no dia 21. A violação serve apenas como narrativa. A história da “solda” não existe no documento. A mídia tenta corrigir a fundamentação retroativa. E a prisão é baseada em especulação, não prova. A linha foi cruzada. O mundo está vendo.

  12. #12

    12 -📌 Gostou da thread? Siga, compartilhe e leve essa informação ao máximo de pessoas. A narrativa só prevalece onde há silêncio. O Brasil merece instituições mais fortes que a vontade de um só homem. 🟥 Fim.