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Rodrigo Marcial@rodrigomarcial_ · Nov 12, 2025

Poucos têm a coragem de fazer o que @JeffreyChiquini hoje no STF. Ele foi à tribuna e não só combateu como…

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Summary

Attorney Jeffrey Chiquini defended Lt. Colonel Rodrigo Azevedo in the Supreme Court, exposing what he argues is a politically motivated case based on circumstantial evidence and falsified documents, with judge Alexandre de Moraes acting as both victim and judge in the case.

Summarized by ThreadOut AI from the full thread. May miss nuance — read the thread below.

  1. #1

    Poucos têm a coragem de fazer o que @JeffreyChiquini hoje no STF. Ele foi à tribuna e não só combateu como desmoralizou, com uma técnica impecável, a acusação de um caso absurdo. Ele expôs a FARSA do sistema. Siga o fio 🧵

  2. #2

    O caso: o Ten. Coronel Rodrigo Azevedo, um "Forças Especiais", foi acusado de ser o "líder" de um suposto plano de monitoramento contra Alexandre de Moraes, que, além de VÍTIMA, é também o MINISTRO-RELATOR do caso. É com esse absurdo que o "julgamento" começa.

  3. #3

    A tese é que, esse suposto "líder em ações de monitoramento e neutralização de autoridades", cometeu um erro infantil: 14 dias DEPOIS do fato, usou um chip com o PRÓPRIO CPF no celular do "crime". Chiquini foi letal: "Quanta infantilidade"

  4. #4

    Enquanto a acusação se baseia em nada, Chiquini fez o trabalho da PF. Ele provou com diversas provas (álibis, fotos, documentos) que a acusação é uma ficção. Ele provou que o réu estava em Portugal, em Goiânia, em casa, em vários lugares, menos no entorno da casa de Moraes.

  5. #5

    Fase 1 (Planejamento)? O réu estava em Goiânia e não participou da reunião, mesmo sendo, supostamente, líder da ação. Fase 2 (Monitoramento)? O réu estava em Portugal; Fase 3 (Execução)? Era seu aniversário, e ele estava em casa. Mas as provas parecem não ser suficiente;

  6. #6

    Moraes, (lembre-se, o juiz-vítima), interrompeu e tentou encurralar o advogado: "A senhoria não teria uma foto do dia do aniversário dele?" Ele armou a armadilha, achando que pegaria a defesa por "não ter provas" do álibi.

  7. #7

    A resposta foi devastadora: 
"Vamos suspender esse julgamento, oficiar a Polícia Federal para que forneça o laudo de extração do celular do Azevedo..." TRADUÇÃO: Eu não tenho a foto porque A SUA ORDEM JUDICIAL apreendeu o celular, NUNCA FEZ O LAUDO, NEM DISPONIBILIZOU ELE.

  8. #8

    E enquanto a defesa apresentava uma sustentação técnica e séria, o PGR foi flagrado rindo. Chiquini teve que parar: 
"Peço Venia ao procurador rindo... Não sei o que tem de graça na minha fala". É o deboche de quem não precisa de fatos, pois já tem o resultado a seu favor.

  9. #9

    E pra fechar o caixão: as "provas" da PF (os dados de torre) vieram em "documento editável". "Eu baixo o documento... Eu mudo a data. Eu coloco até emoji, se eu quiser." A "prova" do STF é um Bloco de Notas. Esse é o nível da acusação que mantém um homem preso há 1 ano.

  10. #10

    O advogado mostrou o que todos sabem, este é um julgamento político. A frase que define o caso: "Teu pai vai tomar 20 anos. Por quê? Porque ele é militar." 
Não é sobre justiça, é sobre poder. Se fosse um caso comum, Rodrigo Azevedo não chegaria perto de ser preso!

  11. #11

    O que Chiquini expôs hoje é o modus operandi deste STF:

 A “Vítima” (Moraes) te julga.

 O “Acusador” (PGR) ri de você.

 A "Prova" é um .txt editável.

 O Laudo do réu... não existe. Uma farsa completa.